Estudantes do Campus Sombrio representam o IFC em evento nacional de Computação

As alunas Danielli Machado e Rahilla Fereira, do curso técnico em Informática Integrado ao ensino médio do Campus Sombrio, representaram o Instituto Federal Catarinense na décima edição do evento técnico-científico “Computer on the Beach”, realizado em Florianópolis de 4 a 6 de abril. O IFC foi o único Instituto da região Sul a ter trabalho selecionado para o evento.

As estudantes participaram do Concurso de Trabalhos Técnicos do evento, apresentando um sistema de controle e gerenciamento de estoque de alimentos, bebidas e produtos de limpeza para o Departamento de Merenda Escolar de Sombrio. Para desenvolver o software, as estudantes contaram com a orientação dos professores Matheus Lorenzato e Victor Martins – além da colaboração da nutricionista do município, Annayra de Sousa.

“Inicialmente, as alunas realizaram entrevistas junto a Nutricionista para realizar levantamento das necessidades do setor de alimentação escolar”, explica Martins. “Em seguida, partiram para a modelagem e criação do banco de dados, utilizando a ferramenta MySQL Workbench. O desenvolvimento das funcionalidades do sistema foi efetuado com a ferramenta NetBeans IDE e a linguagem de programação Java. As últimas etapas foram a realização de testes e validação do produto”.

O “Computer on the Beach” é realizado pela Universidade do Vale do Itajaí (Univali) e pela Escola do Mar, Ciência e Tecnologia (EMCT), Com apoiro da Sociedade Brasileira de Computação. O evento visa reunir profissionais, pesquisadores e acadêmicos da área de computação, a fim de discutir as tendências de pesquisa e mercado da computação em suas mais diversas áreas.

O professor Victor Martins ressalta a importância da participação das estudantes. “O Concurso de Trabalhos Técnicos é uma grande oportunidade de troca de ideias e surgimento de novas possibilidades para os participantes, que normalmente são alunos e professores de cursos técnicos, da área da Informática, de todo Brasil”.

Texto: Cecom/Reitoria/Thomás Müller
Imagem: Victor Martins

Reditec Sul 2019: Inscrições abertas para ouvintes e submissões de experiências exitosas

As inscrições para a 2ª Reunião dos Dirigentes dos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia da Região Sul (Reditec Sul 2019) estão abertas até o dia 16 de abril. A submissão de experiências exitosas pode ser feita até o dia 13.

Ambos os procedimentos podem ser feitos clicando neste link. O público-alvo do evento é composto por Reitores, Pró-Reitores, Diretores Gerais e diretores sistêmicos das instituições participantes.

O tema da Reditec Sul 2019 será “Mãos que fazem, mentes que transformam: 110 anos da educação profissional no Brasil”. O evento ocorre de 14 a 16 de maio na cidade de Frederico Westphalen, no Rio Grande do Sul. No evento, serão discutidas as políticas e perspectivas das instituições que compõem a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica da Região Sul.

A programação da Reditec Sul conta com mesas redondas, painéis, fóruns, oficinas temáticas e apresentação de experiências exitosas. Ao final do evento, os relatores responsáveis elaboram a “Carta de Frederico”, um documento que reunirá tudo o que foi discutido e definido na reunião. A programação completa pode ser conferida no site da Reditec Sul 2019.

A Reunião de Diretores dos Institutos Federais de Educação Ciência e Tecnologia da Região Sul é um evento anual, cuja organização é alternada entre os IFs da Região Sul do Brasil. Neste ano, o IFFar está a frente da realização e conta com o apoio dos outros dois Institutos Federais do Rio Grande do Sul (IFRS e IFSul). São esperados cerca de 120 participantes.

A 43ª edição da Reditec Nacional será realizada no mês de setembro, em Florianópolis, e organizada em parceria pelo Instituto Federal Catarinense (IFC) e pelo Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC). O evento irá receber cerca de 1,4 mil dirigentes da Rede Federal para discutir políticas e desafios da educação profissional e tecnológica no Brasil. 

Texto e imagem: Secom/Reditec Sul

Reunião do Conif discute mudanças no MEC e os rumos da Rede

Nessa terça-feira, 9/4, o primeiro dia da 94ª Reunião Ordinária do Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif), no Instituto Federal de Alagoas (Ifal), em Maceió, coincidiu com a data da posse do novo ministro da Educação, Abraham Weintraub. O cenário de mudança no MEC, as preocupações com o andamento das ações da pasta e as perspectivas concernentes à nova gestão tornaram as discussões mais urgentes e relevantes.

Diante do contexto, o presidente do Conif, Jerônimo Rodrigues da Silva, afirmou que o Conselho solicitará uma audiência com o ministro empossado, assim como ocorreu com o professor Ricardo Vélez. Jerônimo pretende apresentar a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica e suas potencialidades e, dessa forma, defender as prioridades das instituições para os próximos quatro anos.

“A pauta básica serão as mudanças desses últimos três meses no que diz respeito aos decretos que impactam diretamente a Rede Federal, como os relativos à extinção de cargos e funções, ao contingenciamento e aos Termos de Execução Descentralizada”, declarou.

Os gestores também discutiram questões relacionadas à Comunicação do Conif e receberam os representantes do MEC: Weber Tavares, coordenador-geral de Planejamento, Orçamento e Gestão da Rede Federal, Rodrigo Alves, diretor de Desenvolvimento da Rede Federal, Silvilene Souza, coordenadora-geral de Desenvolvimento de Pessoas da Rede Federal, e Daniel Ferraz, coordenador-geral de Infraestrutura e Inovação da Rede Federal.

Conif e Ifal – Esta é a quarta vez que o Instituto Federal de Alagoas sedia a reunião do Conif. O reitor do Ifal, Sérgio Teixeira, ressaltou a importância de a instituição reunir a diretoria e os conselheiros neste momento.

“É uma honra receber e acolher todos os gestores. Além de sediar a reunião neste período tão crucial para o Brasil, temos a oportunidade de mostrar nossa instituição. Cada instituto tem um potencial e nós também temos. É essencial debatermos o cenário atual do País e a situação da Rede Federal”, disse.

De acordo com a Plataforma Nilo Peçanha, a Rede possui cerca de um milhão de estudantes matriculados (dados referentes a 2018). Em Alagoas, o Ifal conta com cerca de 21 mil estudantes e quase dois mil servidores.

Para o presidente do Conif, os 38 institutos federais, os dois centros federais de educação tecnológica e o Colégio Pedro II comprovam que a Educação Profissional está presente em todos os estados brasileiros, incluindo locais que não eram atendidos com educação de qualidade. “Nós podemos formar cidadãos que são indutores do desenvolvimento regional. Então, o Governo que pensa na questão do desenvolvimento do Brasil, tem que pensar na Educação e, principalmente, na Educação Profissional”, acrescentou.

Para o reitor eleito do Ifal, Carlos Guedes, que assumirá a gestão entre 2019-2023, as discussões do Conif em Alagoas ocorrem em um presente primordial para o Colégio de Dirigentes da Rede Federal.

“É uma ocasião de troca de experiências, mas também de busca conjunta de soluções para os desafios da Rede Federal, tanto do ponto de vista do orçamento, mas, principalmente, do ensino. Em todas as áreas são discutidos temas que angustiam os dirigentes de todos os institutos. A conversa com outros reitores, buscando soluções para os problemas que alguns institutos já tenham resolvido e que nos angustiam aqui, é necessária para que a gente possa consolidar ações, crescer de forma conjunta e trabalhar em rede, que é nosso objetivo”, completou.

Apresentação cultural – A Camerata Jovem do Ifal, projeto de Extensão em Música do Núcleo de Cultura do campus Maceió, abriu a reunião. O grupo é resultado da iniciativa ArtIfal que, desde 2011, trabalha com a formação inicial de jovens instrumentistas no âmbito da música erudita. A Camerata conta com a regência do maestro Almir Medeiros e é formada por 20 integrantes entre estudantes, monitores e colaboradores.

Texto e imagem: Bárbara Bonfim/Assessoria de Comunicação/Conif
Com informações da Assessoria de Comunicação do IFAL

IFC elabora Plano de Integridade para auxiliar no combate a fraudes e corrupção

Todos os prazos estipulados pela CGU para criação do plano foram cumpridos à risca pelo IFC

O Plano de Integridade Pública do Instituto Federal Catarinense – documento que apresenta as atribuições das estruturas de gestão  de Integridade do IFC e delimita uma conjunto de ações para evitar ocorrências de fraudes e corrupção na Instituição – já está totalmente pronto, aguardando apenas aprovação pelo Conselho Superior (Consuper).

O documento foi preparado pela Unidade de Gestão de Integridade (UGI) do Instituto, criada para desenvolver o material e, posteriormente, trabalhar questões referentes à Integridade no IFC. O grupo é composto por representantes da Diretoria de Desenvolvimento Institucional, da Comissão de Ética, do gabinete da Reitoria, da Corregedoria, da Pró-Reitoria de Administração, da Coordenação de Gestão de Pessoas e da Ouvidoria. Para garantir a continuidade do trabalho, a portaria de implantação vincula os próprios cargos à Unidade, e não os nomes dos servidores que atualmente o ocupam.

A criação desta equipe e do Plano em si foi uma orientação da Controladoria-Geral da União (CGU), conforme explica a diretora de Desenvolvimento Institucional do IFC e  coordenadora da UGI, Fani Lúcia Eberhardt. “Nós recebemos uma portaria, em maio de 2018, solicitando a implantação dessas medidas. À partir do momento em que formamos a Unidade, já recebemos uma série de demandas da CGU para compor o plano.”

O trabalho foi organizado em etapas pela Controladoria. Cada uma tratou de um assunto específico, como verificação de nepotismo, conflito de interesses e tratamento de denúncias (o cronograma completo está disponível para consulta na internet, no Painel da Integridade criado pelo CGU) e tinha um prazo de um mês para ser cumprida. “Todas as fases foram realizadas estritamente dentro do cronograma pelo IFC”, observa Fani. “Cada assunto foi discutido individualmente a fundo para que o prazo fosse cumprido. Vale ressaltar que a implantação de um cronograma rígido foi importante para o processo, pois nos levou a debater constantemente a Integridade no Instituto ao longo de todo um semestre”.

A coordenadora da UGI ressalta que a elaboração do documento é apenas o começo de um trabalho contínuo. “Nós propusemos um plano de ação e, agora que ele está pronto, o desafio é criar espaços de discussão e campanhas sobre a Integridade e os diversos sistemas que a compõem. Além disso, ainda temos a tarefa de aprimorar a gestão de risco para integridade. Assim sendo, teremos em 2019 reuniões bimestrais para alinhar as ações de cada órgão que compõe a unidade”.

Fani destaca ainda que o plano não é imutável. “Nós pretendemos, ao longo do ano (ou, mais tardar, até 2020), lançar uma segunda versão. Essa é a indicação: seguir amadurecendo e abarcando cada vez mais ações para fortalecer a Integridade. Tudo faz parte de um todo maior: o Programa de Integridade da CGU”, explica. Ela finaliza apontando que essa é uma questão que concerne a todos os trabalhadores do IFC. “É por isso que o trabalho prevê espaços de discussão e campanhas de divulgação. Não adianta a gente discutir a gestão de risco para Integridade se todos os servidores não tiverem conhecimento do que se trata.”

Confira abaixo um vídeo, elaborado pela Controladoria-Geral da União, no qual o ministro Wagner Rosário fala sobre a implementação do Programa de Integridade no Setor Público e responde a 5 questões fundamentais sobre o tema:

Texto: Cecom/Reitoria/Thomás Müller
Imagem: CGU/Reprodução

Expoagro Afubra recebeu projeto desenvolvido entre SC e RS

Desenvolvido por instituições de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, entre elas o Instituto Federal Catarinense (IFC), o Projeto Phenoglad foi apresentado na última edição da Expoagro Afubra, realizada em Rio Pardo, no Rio Grande do Sul.

Professora Alexandra Goede de Souza, do IFC Rio do Sul, explica que projeto tem por objetivo trazer uma nova opção de renda aos produtores rurais e proporcionar a oferta de flores com menor preço aos consumidores.

“O gladíolo, ou palma-de-santa-rita como também é conhecido, é uma flor de corte, de fácil cultivo e grande beleza que vem ganhando espaço no mercado brasileiro. Devido a sua rusticidade e ciclo curto, adapta-se as características das pequenas propriedades rurais, sendo vista como uma nova oportunidade aos agricultores catarinenses”, destaca Souza.

Nesta edição da Expoagro Afubra, feira voltada à agricultura familiar, o projeto foi representado pela equipe do Rio Grande do Sul que montou uma unidade demonstrativa da cultura do gladíolo no evento, entre os dias 26 e 28 de março.

Em Santa Catarina, os trabalhos com a cultura são desenvolvidos nos campi IFC Rio do Sul, IFC Concórdia e UFSC Curitibanos. No âmbito do IFC, os projetos recebem recursos e apoio por meio de editais de ensino, pesquisa e extensão.

Texto: Cecom/Reitoria/Rosiane Magalhães
Fotos: Divulgação do projeto