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Alunos de Informática do Campus Rio do Sul realizam projeto social de incentivo à leitura

Com uma metodologia diferenciada e a utilização de recursos de várias disciplinas, alunos do primeiro ano do curso técnico de Informática do Campus Rio do Sul estão levando a leitura à comunidade. Os estudantes venderam copos de gelatina como estratégia para conseguir recursos e adquirir livros para doarem na praça da cidade, visando à popularização dos livros infantis e ao incentivo à leitura.

Esse trabalho contribui para o entendimento da pesquisa feita nacionalmente para analisar os hábitos culturais da população, que apontou uma queda no número de pessoas que declaram ter hábito de ler – o número era de 35%, em 2011, e passou para cerca de 30% em 2015. Apesar disso, dentro do universo da pesquisa, os livros continuam sendo a atividade mais popular no Brasil. O estudo aponta que o número de pessoas que gostam de ler no tempo livre também diminuiu de 36% para 28%.

No Projeto Sintonia, desenvolvido no IFC, os alunos participam ativamente de todas as ações desenvolvidas, inclusive do planejamento. Segundo Nádia Machado, uma das coordenadoras do projeto, a ideia é promover ações que coloquem o aluno em contato com a realidade. “Fazê-los pensar em estratégias que minimizem os problemas sociais, sentirem-se parte integrante da sociedade e, assim, corresponsáveis pela realidade atual”, comentou.

LEITURA NA PRAÇA

Algumas atividades já foram desenvolvidas, entre elas, a Leitura na Praça. A fim de levar a leitura à comunidade, os alunos fizeram uma campanha de arrecadação de livros infantis e também promoveram a venda de gelatina para angariar fundos e comprar mais livros, conscientizando, desse modo, a comunidade sobre a importância da leitura desde os primeiros anos de vida. O resultado foi surpreendente, conforme destaca Chirlei Steike Stiebe, aluna do Curso de Informática: “Era interessante ver a surpresa das pessoas ao contarmos sobre o projeto, ao falarmos sobre a importância de incentivar a leitura desde a infância. E, pelo fato de os livros serem de graça, muitos nos parabenizavam pela iniciativa.”. As atividades da proposta estão apenas começando, e muitas ideias ainda estão sendo levantadas, enfatiza Marilise Schmitz Braibante, também coordenadora do projeto. “Até o final do ano, teremos muitas histórias para contar”, concluiu.

Texto e imagens: Cecom/Rio do Sul.

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Esta notícia foi editada na quarta-feira, 18 de maio de 2016, às 11:30 por Nicole Trevisol.

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