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Bate-papo sobre saúde feminina acontece na Reitoria

img_0575Foi realizada, no dia 21/10, no mezanino da Reitoria, a palestra, em alusão ao Outubro Rosa, A mulher e a prevenção do câncer – bate-papo sobre os desafios do cuidado com o feminino na atualidade, ministrada pela ginecologista Dra. Fernanda Vaz.

O evento contou quase com a totalidade das mulheres da Reitoria, as quais sentaram-se em círculo para um bate-papo com a jovem médica. A sala estava toda decorada com balões cor-de-rosa e flores. 

Os tópicos abordados na ocasião trataram da saúde da mulher, tais como o câncer de mama e o câncer de colo do útero.

O câncer de mama é o que mais acomete mulheres em todo o mundo, constituindo a maior causa de morte por câncer nos países em desenvolvimento. Há vários fatores de risco envolvidos: envelhecimento; fatores relacionados à vida reprodutiva da mulher; tudo que nos expõe ao estrogênio, como é o caso de alguns anticoncepcionais; menarca precoce; nuliparidade ou primeira gravidez após os 30 anos; história pregressa ou familiar de câncer de mama; uso de álcool, tabaco; excesso de peso; sedentarismo; exposição à radiação ionizante; terapia de reposição hormonal.

A palestrante fez ainda uma Crítica ao Outubro Rosa e ao incentivo à mamografia, pois a exposição à radiação é prejudicial, aumentando a divisão celular, responsável pela formação do câncer. Por isso, a mamografia anual não é aconselhável. O Ministério da Saúde recomenda que o rastreamento seja realizado a cada dois anos, para mulheres entre 50 e 69 anos, salvo nos casos em que a haja parentes de primeiro grau que tiveram câncer de mama, nestes casos o acompanhamento deve ser menos espaçado.

Ressaltou ainda que menos de 5% das mulheres menores de 40 anos têm câncer de mama. E sanou as dúvidas das participantes sobre o ultrassom, o qual é recomendado para as mamas jovens, em razão da pouca gordura que apresentam. Orientou, ainda, em virtude de questionamentos, sobre a ocorrência de dor: “quando o nódulo dói, provavelmente não se trata de câncer; a não ser que esteja em estágio muito avançado”, explicou.

A ginecologista abordou também o tema do câncer do colo do útero, que tem acometido muitas mulheres. Trata-se do terceiro tumor mais frequente na população feminina. O método de rastreamento do câncer do colo do útero e de suas lesões precursoras é o exame citopatológico. Os dois primeiros exames devem ser realizados com intervalo anual e, se ambos os resultados forem negativos, os próximos devem ser realizados a cada 3 anos. O início da coleta deve ser aos 25 anos de idade, para as mulheres que já tiveram ou têm atividade sexual, e devem seguir até os 64 anos, segundo o Ministério da saúde.

A médica mencionou, ainda, a importância de a mulher conhecer o seu próprio corpo, fazer o autoexame com frequência e visitar o(a) médico(a) ginecologista periodicamente.

Confira a página no Facebook da Dra. Fernanda Vaz: https://www.facebook.com/drafernandavaz/?fref=ts.

*Texto: Divulgação/Napne.

**Fotos: Cecom/Reitoria.

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Esta notícia foi editada na quinta-feira, 3 de novembro de 2016, às 17:41 por Nicole Trevisol.

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