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Câmpus do IFC realizam ações durante a SAM

SAM-2Diversos setores do IFC realizam atividades durante a 2a Semana de Ação Mundial (SAM), que aconteceu em todo o Brasil de 21 a 27 de setembro. A SAM é uma iniciativa da Campanha Global pela Educação (CGE), realizada simultaneamente em mais de 100 países. No Brasil, a SAM é coordenada pela Campanha Nacional pelo Direito à Educação, em parceria com outros movimentos, organizações e redes.

No Câmpus Araquari, cerca de 80 estudantes das turmas de Filosofia de cursos Integrados e da 2ª fase do curso de Química vivenciaram atividades relativas a experiências auditivas, visuais, sensoriais, etc. Algumas atividades vivenciadas foram:

a) Assistir a um filme sem som e tentar identificar a narrativa ou trama; b) Colocar venda nos olhos e caminhar no pátio da escola, com acompanhamento de guia e ou não; c)Imobilizar as pernas e procurar locomover-se com muletas ou com a cadeira de rodas.

Os estudantes se mostraram motivados e sensibilizados ao vivenciar situações específicas relativas à audição, à visão, à fala, a mobilidade de membros superiores e inferiores. Ao serem questionados sobre as vivências, foram destacadas percepções acerca do novo, da dificuldade, do estranhamento, do diferente, do normal e do especial.

Durante o encerramento da 5ª Semana das Licenciaturas (27/09), os acadêmicos do curso de Ciências Agrícolas apresentaram o teatro “LICA em LIBRAS: a sociedade de surdos e a inclusão dos ouvintes” em Língua Brasileira de Sinais. A apresentação do teatro em LIBRAS teve como objetivo proporcionar a comunidade do câmpus uma reflexão sobre a inclusão das pessoas surdas e prestar uma homenagem a comunidade surda.

SAM-5No Câmpus São Francisco do Sul aconteceu uma atividade de formação pedagógica para os servidores do câmpus envolvidos com as atividades de ensino. A pedagoga Vânia Meneghini e a psicopedagoga Maria Fernanda Villena Castro, do Câmpus Araquari, apresentaram as experiências vivenciadas no cotidiano escolar na perspectiva da inclusão escolar com o título: “Orientações sobre o funcionamento do Ensino Médio Integrado e Atendimento Educacional Especializado (AEE) a partir das experiências do Câmpus Araquari”.

Para atender duas demandas do acadêmico André Podkova, curso de Tecnologia em Redes de Computadores, na condição de cadeirante, soluções simples foram adotadas pelo câmpus. Para ter acesso à biblioteca, cuja entrada era limitada por dificuldade de alcançar a maçaneta, uma campainha eletrônica foi instalada ao lado da porta para solicitar o auxílio na abertura da porta da biblioteca. Já para facilitar o alcance ao teclado do computador, onde a altura dos controles da cadeira motorizada impedia a aproximação necessária para a sua utilização, a mesa do computador foi elevada para permitir a aproximação da cadeira. “Oportunizar a acessibilidade é mais que apenas atender normas, é necessário entender como o acesso pode ser facilitado”, diz o bibliotecário do Câmpus São Francisco do Sul, José Carminatti.

SAM-6No Câmpus Camboriú ocorreu, em 20/09, uma tarde com palestra e brincadeiras para a comunidade surda da região, com a parceira da Associação de surdos de Balneário Camboriú e região (ASBAC). O tema “Acessibilidade” foi abordado com o objetivo de promover uma tarde de contato com a língua de sinais. Já dia 19/09 a Fanfarra Alegria de Viver, de Camboriú, realizou uma apresentação aos alunos, servidores e convidados.

No Câmpus Santa Rosa do Sul foram realizadas, nos dias 25 e 26/09, diversas atividades referentes a 12a Semana de Ação Mundial. A ação foi desenvolvida com as turmas de 1° e 2° ano do Curso Técnico em Agropecuária, sendo que no primeiro momento os alunos participaram de uma contextualização teórico-histórica sobre os principais marcos da educação inclusiva e os tipos de deficiências. Em seguida, foram realizadas atividades práticas nas quais os alunos tiveram a oportunidade de refletir sobre as deficiências por meio de simulações: (a) física – circuito em cadeira de rodas e pintura com os pés e boca; (b) visual – circuito com venda e guia, alfabeto braille e reconhecimento de objetos através do tato; (c) auditiva – músicas em Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS). Por fim, formou-se uma roda de fechamento onde o grupo discutiu algumas dicas de convivência com pessoas com deficiência.

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* Relatos e fotos: Divulgação PROEN.

** Texto: CECOM/Reitoria.

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Esta notícia foi editada na terça-feira, 4 de novembro de 2014, às 16:49 pela Coordenação-Geral de Comunicação (Cecom).

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