Brasil – Governo Federal – Ministério da Educação

Cargo + nome do ocupante = Entre vírgulas?

Uma dúvida frequente que surge ao escrevermos um texto é se, ao citarmos o cargo de alguém e, em seguida, seu nome, há o emprego de vírgulas entre o cargo e o nome. Para que isso seja esclarecido, é importante que saibamos diferenciar aposto explicativo e aposto restritivo, já que o nome depois do cargo, nesses casos, é um aposto.

O aposto explicativo, como o nome já diz, apenas explica ou esclarece alguma informação a respeito do que foi dito anteriormente, porém não é uma informação considerada essencial, por isso aparece entre vírgulas. Já o aposto restritivo restringe o termo anterior, isto é, ele é de fundamental importância para identificarmos algo/alguém dentro de um universo maior e, por isso, não é separado por vírgulas.

Para sabermos se um aposto é explicativo ou restritivo e, consequentemente, se vai entre vírgulas ou não, precisamos considerar o contexto no qual o texto está inserido. Exemplificando:

Um texto narra uma olimpíada que aconteceu no IFC. Nesse texto, é citado o professor de física Fulano. Qual seria a forma correta? “O professor de física Fulano falou que…” ou “O professor de física, Fulano, falou que…”?

Depende!

1) Existe só um professor de física no IFC? Nesse caso, o aposto é explicativo e poderia não aparecer, pois não é informação essencial, já que só existe ele na instituição. Logo, aparece entre vírgulas: O professor de física, Fulano, falou que…

2) Existe mais de um professor de física no IFC? Nesse caso, o aposto é restritivo, ou seja, identifica a qual dos professores de física do IFC o texto se refere e, por isso, não aparece entre vírgulas: O professor de física Fulano falou que…

Tem mais dúvidas? Escreva para atendimentocecom.reitoria@ifc.edu.br.

* Texto: CECOM/Reitoria – Núcleo de Relações Públicas e Projetos/Revisão.

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Esta notícia foi editada na quarta-feira, 3 de junho de 2015, às 14:54 por Nicole Trevisol.

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