Cursos de formaA�A?o no exterior podem ganhar novas ediA�A�es

Para atender A� demanda gerada pela expansA?o da educaA�A?o profissional e tecnolA?gica, o MinistA�rio da EducaA�A?o desenvolve cursos de formaA�A?o no exterior para professores e gestores dos institutos federais de educaA�A?o, ciA?ncia e tecnologia e centros federais de educaA�A?o tecnolA?gica. Dois grupos na FinlA?ndia e um no CanadA? jA? fizeram a capacitaA�A?o, que tem previsA?o de outras trA?s ediA�A�es.

Os cursos tA?m duraA�A?o de trA?s meses, em mA�dia, em instituiA�A�es similares aos institutos federais brasileiros, ou seja, de ciA?ncias aplicadas. A oferta A� feita por meio de chamadas, e os participantes tA?m de comprovar vA�nculo formal permanente com a instituiA�A?o (servidor concursado) e apresentar projeto de desenvolvimento local – um plano de aA�A?o.

a�?O professor vai para a instituiA�A?o no exterior e, na volta, A� luz do que viu no modelo internacional, com ajustes e implementaA�A�es, aplica seu projeto no Brasil, no instituto em que trabalhaa�?, diz Luciano de Oliveira Toledo, coordenador do nA?cleo Estruturante de PolA�tica de InovaA�A?o da Secretaria de EducaA�A?o Profissional e TecnolA?gica (Setec) do MEC.

AlA�m das chamadas para FinlA?ndia e CanadA?, a Setec negocia a ida de mais grupos A� FinlA?ndia (60 pessoas), CanadA? (80 pessoas) e Alemanha (40 pessoas). TambA�m estA? em estudo a oferta de cursos na Holanda, Reino Unido e AustrA?lia.

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A rede de instituiA�A�es federais de educaA�A?o profissional e tecnolA?gica conta hoje com 38 institutos, dois centros de educaA�A?o tecnolA?gica e o ColA�gio Pedro II. De 140, em 2002, passou-se para 562 unidades, distribuA�das por todo o paA�s. Em dez anos, foram contratados mais de 20 mil profissionais. a�?A expansA?o traz oportunidades, mas tambA�m desafiosa�?, avalia Toledo. a�?A necessidade de capacitaA�A?o A� cada vez maiora�?.

 

* Texto: Assessoria de ComunicaA�A?o Social.

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