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Docentes do IFC têm projetos aprovados no edital Universal CNPq

Três docentes do Instituto Federal Catarinense (IFC) tiveram os projetos aprovados pelo edital Universal CNPq 2016. O resultado final foi divulgado em dezembro passado e, ao todo, os professores conquistaram valores aproximados de R$ 113 mil para o desenvolvimento das atividades.

Roseli Nazário, do Campus Blumenau, vai realizar o projeto Mapeamento da Rede de Proteção, Defesa e Controle dos direitos: identificação da malha conceitual risco e vulnerabilidade na infância, que conta com a parceria de professores do Campus Camboriú, da UFSC e da Universidade Estácio de São. A pesquisa visa compreender como ocorre, na prática, a aplicação das políticas de Atenção à Infância prevista no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). O projeto tem duração de dois anos e será realizada por análise em base de dados e com o público-alvo envolvendo as cidades de Blumenau, Florianópolis e São José.

Para Roseli, uma das principais contribuições do projeto está na colaboração científica estabelecida entre as três instituições de ensino em prol dos direitos da infância. “Principalmente na expansão dos cursos de licenciaturas e de criação do programa de pós-graduação em educação. No ponto de vista de contribuição acadêmica e social, o projeto fornecerá suporte para a implementação e/ou avaliação de políticas públicas de atenção à infância”, reforça ela. Ainda, o projeto vai atuar na construção de um corpo teórico-metodológico profundo sobre o tema, envolvendo diversos atores sociais por meio de ações de pesquisa e extensão nas universidades.

Os pesquisadores Teane Augusto da Silva e Ricardo Mendes atuam no Campus Concórdia e tiveram os projetos Diagnóstico de listeriose neurológica em ruminantes por imunohistoquímica e PCR de tecidos fixados e em parafina e Avaliação da proteção conferida pela combinação dos antígenos recombinantes MLCK e CL3 em bovinos infectados experimentalmente com Fasciola hepatica aprovados pelo edital CNPq, respectivamente.

Segundo Teane o projeto visa desenvolver e padronizar técnicas na área, uma vez que essas novas técnicas de alta sensibilidade são alternativas promissoras para auxiliar no diagnóstico definitivo da doença a campo. “O projeto busca oferecer em curto e médio prazo um diagnóstico etiológico definitivo e acessível aos produtores da região, o que terá impacto positivo e direto tanto na produtividade agropecuária, como na sanidade animal. Também, o projeto permitirá a consolidação do grupo de pesquisa do IFC na área de sanidade animal”, esclarece Silva.

Já o projeto de Ricardo testará, em bovinos, a eficácia da combinação dos antígenos recombinantes MLCK (cadeia leve reguladora de miosina) e CL3 (Catepsina L3) na infecção experimental por fasciola hepatica. “Para isso vamos trabalhar em sete etapas, são elas: 1. Produção do antígeno; 2. Infecção experimental; 3. Estudo anatomopatológico; 4. Estudo imuno-histoquímico; 5. Estudo parasitológico; 6. Estudo imunológico; 7. Estudo estatístico”. O pesquisador informa que projetos dessa natureza trazem contribuições para a instituição. “Podemos citar a vinda de recursos do CNPq para o desenvolvimento de projetos de pesquisa, treinar os estudantes do IFC para a execução desses projetos e, após a execução, a construção e publicação científica envolvendo docentes e alunos”, finaliza ele.

Acompanhe os editais, programas, bolsas e auxílios ofertados pelo CNPq acessando http://www.cnpq.br/web/guest/pagina-inicial

*Texto: Cecom/Reitoria.

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Esta notícia foi editada na terça-feira, 7 de março de 2017, às 13:23 pela Coordenação-Geral de Comunicação (Cecom).

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