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GT das Rádios Educativas estuda áreas para instalação de torres

Campus Videira: Local 1 de instalação da torre.

Campus Videira: Local 1 de instalação da torre.

Membros do Grupo de Trabalho (GT) responsável pela construção dos projetos técnicos das rádios educativas do Instituto Federal Catarinense (IFC) estiveram nas últimas semanas nos campi de Camboriú e Videira. (Confira a Portaria AQUI). O objetivo das visitas realizadas pelos servidores Nicole Trevisol, Marcelo Lopes e Jônatas Teixeira, foi analisar, dentro das dependências dos campi, o melhor local para fixar as torres que devem acolher as antenas de transmissão de sinal de rádio.

A seleção dos locais para a colocação das torres foi indicada pela gestão dos campi em acordo com os estudos prévios de coordenadas geográficas realizados pela Coordenação de Engenharia da Reitoria. Em Camboriú, a visitação aconteceu dia 18 de fevereiro e contou com o acompanhamento das equipes locais de Engenharia, Infraestrutura e da CECOM. Ficou estabelecido que a torre será instalada próxima à caixa d’água, em uma área que não atrapalhe futuras obras de ampliação. Na oportunidade, o GT também visitou uma área que poderá abrigar o estúdio da rádio educativa.

Já em Videira, a visitação ocorreu no dia 25 de fevereiro e contou com a participação da direção-geral e equipes locais de TI, Infraestrutura e da CECOM. Foram analisados dois pontos possíveis para instalação da torre, sendo que o primeiro exige uma subida de cerca de 500 metros e fica próximo à área de plantio utilizada pelo curso de Agropecuária. O segundo ponto fica na área mais alta do campus, com subida de cerca de mais 400 metros em mata nativa fechada. Foram visitadas também três possíveis áreas que podem abrigar o estúdio da rádio na localidade.

De volta à Reitoria, o GT trabalha na construção e no fechamento dos dois projetos técnicos. “A previsão é protocolá-los junto ao Ministério das Comunicações até junho deste ano”, explica o coordenador-geral de Engenharia, Marcelo.

Segundo o engenheiro eletricista Jônatas, há uma situação mais delicada em Camboriú. “Neste local, a coordenada da rádio é pré-fixada. Isso quer dizer que precisamos protocolar o projeto técnico no Ministério propondo novas coordenadas, como também encaminhar o pedido de alteração de coordenada à Anatel”, explica ele.

Quais são as fases do projeto?

Foi em 2012 que o IFC entrou com o pedido de outorgas para as rádios educativas nas localidades de Camboriú e Videira. Dois anos depois, foi publicada no D.O.U. a habilitação do canal destas rádios para a Instituição. Desde então, a equipe da Reitoria vem trabalhando na construção dos projetos técnicos. De acordo com a jornalista Nicole Trevisol, a primeira fase de concessão de outorga é a homologação do canal. “Neste momento, o IFC está na fase dois, que é a entrega dos projetos técnicos. A terceira etapa ocorre quando o Ministério das Comunicações habilita a instituição e concede a outorga dos canais, mas não há um prazo fechado para isso ocorrer: pode levar de 6 meses a mais de 2 anos”, explica ela.

Apostando na aprovação dos projetos, o GT trabalha em paralelo nos estudos de levantamento de equipamentos necessários para os estúdios e seus custos. “Se passarmos para a fase 3, será preciso adquirir os equipamentos e estruturar os estúdios para que as rádios comecem a operar em caráter experimental”, diz Nicole.

O que é uma rádio educativa?

As unidades de Camboriú e Videira foram pensadas estrategicamente para receber as rádios educativas do IFC. Isso porque a primeira está instalada no Litoral Norte de Santa Catarina e poderá transmitir conteúdo educativo produzido pelo campus, como também e, principalmente, pelos campi de Araquari, Blumenau, Brusque, Ibirama, Santa Rosa do Sul, São Bento do Sul, São Francisco do Sul, Sombrio e pela Reitoria. O mesmo ocorre com a Rádio Educativa do IFC em Videira, instalada no Meio-Oeste, que visa acolher conteúdos do campi de Abelardo Luz, Concórdia, Fraiburgo, Luzerna e Rio do Sul.

Assim, as estruturas das rádios serão utilizadas pelo IFC como um todo, envolvendo conteúdos de todos os nossos campi. Outro ponto positivo de sua implementação é o fato de as rádios contarem com link de internet, o que possibilitará a transmissão online da programação, difundindo, assim, o acesso ao conteúdo via web.

A rádio educativa vai muito além de promover a publicidade de uma instituição; seu foco primordial é produzir conteúdo educativo-pedagógico, com vistas ao desenvolvimento intelectual e cultural de uma região. “O IFC contará com mais uma ferramenta educativa e pedagógica envolvendo TAEs, professores e estudantes na produção de conteúdos educacionais de ensino, pesquisa, extensão, como também projetos e ações em parceria com a comunidade local”, finaliza Nicole.

Confira mais informações em http://informativo.ifc.edu.br/ifc-estuda-construcao-de-projeto-tecnico-para-radios-educativas/

*Texto e fotos: CECOM/Reitoria.

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Esta notícia foi editada na quarta-feira, 2 de março de 2016, às 19:07 pela Coordenação-Geral de Comunicação (Cecom).

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