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IFC aprimora experiências de gestão em treinamento no Canadá

canada2Uma comitiva do Instituto Federal Catarinense (IFC), composta por cinco diretores e dois pró-reitores, esteve no Canadá entre os dias 20 de fevereiro e 2 de março. O objetivo foi a participação em um curso do Instituto de Gestão e Liderança Universitária (IGLU), através da Organização Universitária Interamericana (OUI). O curso é composto por etapas de formação presencial, a distância, além de um projeto para aplicação. Depois há um estágio em uma ou mais universidades que tenham modelos bem-sucedidos nas áreas de gestão, ensino, pesquisa ou extensão. Em 2014, a Reitoria do IFC financiou o curso para todos os dirigentes e pró-reitores.

Pela semelhança com a área de formação do IFC Luzerna, o professor Eduardo Butzen fez o estágio na Escola de Tecnologia Superior (ETS) do Canadá, em Montreal. Lá se formam 25% dos engenheiros do país. “Acredito que o modelo que a ETS adota seja muito parecido com a proposta dos institutos federais”, afirma o diretor-geral. “Lá só ingressa num curso de engenharia quem fez um curso técnico da instituição. Por conta disto, o nível é muito alto. Aqui em Luzerna nós temos esta esperança: aumentar o nível de conhecimento de nossos alunos do Ensino Médio Integrado para que nas engenharias se consiga atingir a excelência na formação”, salienta.

Além da Escola Superior de Tecnologia, a comitiva do IFC visitou a Universidade de Montreal e a Universidade Laval – esta última, uma das mais antigas e conceituadas do Canadá, na cidade de Quebec, com cerca de 50 mil alunos. “Me impressionou o modelo de estudo canadense: todos pagam, mesmo sendo público, e há muitas parcerias e financiamento da iniciativa privada”, destaca Eduardo Butzen. De acordo com o professor, lá é muito comum as pesquisas serem desenvolvidas e financiadas dentro da universidade pelas indústrias, com remuneração para os alunos envolvidos nas pesquisas.

No total, 52 pessoas de diversos países participaram do estágio no Canadá. Foram 37 brasileiros e 15 de outras nacionalidades (Costa Rica, República Dominicana, Colômbia, México, Uruguai e Equador). O diretor-geral do IFC Luzerna destaca que o treinamento serve para qualificar o sistema de gestão do instituto como um todo. “Acredito que planejamento é a base de todo trabalho bem feito. Ter um modelo para visualizar, em vez de planejar algo que não se tem noção dos resultados que podem gerar, é bem mais interessante. Nosso planejamento, com certeza, terá influência daquilo que vimos no Canadá, principalmente na ETS”, completa Eduardo Butzen.

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* Texto: CECOM/Luzerna.

** Fotos: Divulgação.

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Esta notícia foi editada na quarta-feira, 8 de abril de 2015, às 18:32 por Nicole Trevisol.

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