Campus Videira realiza formatura de três cursos de Libras

A inclusão dos Surdos em todas as esferas sociais vem sendo uma prioridade da política de inclusão e acessibilidade do Instituto Federal Catarinense (IFC) – Campus Videira. Preocupado com as demandas deste público, o campus ofereceu, em 2017, três cursos simultâneos, voltados tanto aos surdos como aos ouvintes. As turmas foram: (1) Libras para Surdos; (2) Libras básico para Ouvintes; (3) Educação Especial e Libras.

As aulas foram ministradas pela professora de Libras do IFC Videira, Luiza Caim, com apoio do intérprete de Libras, o servidor Ramon Cunha. A solenidade de formatura reuniu a direção do campus, familiares e amigos dos formandos. O momento foi de muita emoção e contou com apresentações culturais.

O diretor do departamento de Ensino do IFC, professor Raul Sales, esteve presente, representando a direção-geral do IFC Videira, e enfatizou a importância de ações como esta. “Para nós, é um imenso orgulho ter vocês aqui conosco. Ficamos muito felizes em poder oferecer este curso, em que nós também aprendemos muito com vocês”, destacou.

Na avaliação do intérprete Ramon Cunha, o curso atendeu a todas as expectativas e representa o início de uma trajetória. “A aceitação do curso foi ótima e já pensamos em oferecer a continuidade deste curso. Queremos ver os formandos de hoje novamente aqui no IFC, seja no curso de Libras ou nos cursos técnicos e superiores”, ressaltou.

Veja o álbum completo com todas as fotos da formatura no site do Campus Videira: http://videira.ifc.edu.br/blog/2017/12/06/fotos-da-formatura-de-libras/

*Texto e fotos: Cecom/Videira.

Campus São Bento do Sul faz campanha para ajudar Lar de Idosos

Já estamos chegando na última etapa de 2017, e, para tornar o final do ano mais bonito e gratificante, gestos de solidariedade são sempre bem-vindos, mais ainda com aqueles que passam por dificuldades. Nesse clima de doação, o Instituto Federal Catarinense – Campus São Bento do Sul promove a “Campanha para a melhor idade”, destinada a ajudar os idosos do Lar São Luiz, em Campo Alegre.

De acordo com o responsável pelo estabelecimento, Alaor Hansen, os moradores do Lar têm grandes demandas por materiais de higiene pessoal, produtos que geralmente são mais caros e, portanto, mais difíceis de serem doados. Pensando nessa necessidade, o IFC São Bento quer arrecadar justamente estes itens: fraldas geriátricas tamanho G, shampoos, sabonetes e cremes hidratantes, que proporcionarão aos idosos mais conforto, higiene, bem-estar e, consequentemente, mais qualidade de vida.

O Campus São Bento do Sul receberá as doações até o dia 8 de dezembro e entregará os donativos ao Lar São Luiz no dia 9. Os produtos poderão ser deixados na biblioteca durante os dias de arrecadação. Aqueles que quiserem acompanhar a entrega devem se sentir mais do que convidados.

O Lar São Luiz é uma instituição muito séria e comprometida, que faz um trabalho significativo com pessoas de idade mais avançada. O Lar garante aos idosos abrigo, alimentação, carinho e uma vida mais digna, livrando-os da negligência, da solidão e do abandono, situação a que muitos estariam submetidos se não estivessem acolhidos no local.

Confiando na generosidade da comunidade do IFC São Bento do Sul, os professores Airton Zancanaro, Ranúzy Borges Neves e Maria Flávia Carvalho lançaram a iniciativa, e o envolvimento de alunos e servidores certamente irá garantir o sucesso da campanha.

Não se esqueça: até o dia 8 de dezembro, você pode doar fraldas geriátricas tamanho G, sabonetes, shampoos e hidratantes corporais. Deixe seu pedacinho de solidariedade no IFC!

 

*Texto: Cecom – SBS
Divulgação/Leandro Machnicki Altaniel, com ilustração da aluna Tainá Camile Kerscher, do 1º ano do Ensino Médio Integrado em Informática de SBS.

Projeto Café com Segurança recebe cadeirantes para debater acessibilidade

Todos os meses, o projeto Café com Segurança traz um tema diferente para ampliar o olhar dos futuros técnicos em Segurança do Trabalho que estão sendo formados pelo Instituto Federal Catarinense (IFC) – Campus Videira. Na última edição do evento, realizada em 26 de outubro, o curso recebeu dois convidados cadeirantes que compartilharam suas experiências sobre acessibilidade e mobilidade.

Angelo Manenti, da cidade de Arroio Trinta, compartilhou sua história de perseverança na luta pelo direito de ir e vir com dignidade. Angelo nasceu com uma doença rara que afetou seu crescimento e impossibilitou-o de andar. Apoiado por sua família, ele conta que sempre estudou, frequentou a escola, fez curso superior e trabalhou normalmente. No entanto, relata que as dificuldades sempre foram presentes, porque os espaços físicos normalmente não estão preparados para inclusão.

Rafael Prigol também compartilhou sua história com os presentes. Atualmente vereador na cidade de Videira, Rafael era caminhoneiro quando, há 9 anos, ficou paraplégico após um mergulho em que bateu a cabeça. De lá para cá, ele e toda a família precisaram se adaptar para conviver com a nova realidade. Rafael conta que sua casa não era adaptada para cadeirantes, pois ele, assim como a maioria das pessoas, nunca se imaginou nesta situação.

Em comum, no relato dos dois convidados, está o fato de ambos lidarem com o desconhecimento das pessoas sobre o tema. Os locais não estão preparados e, muitas vezes, há apenas uma “falsa ideia de acessibilidade”. Rampas com inclinação errada, portas estreitas, pias e balcões muito altos, e até vagas de estacionamento em locais inapropriados são apenas alguns exemplos.

Para os cadeirantes, é certo que falta sensibilização da sociedade quanto ao tema, pois as pessoas estão alheias às dificuldades enfrentadas por eles e só conseguem compreender, de fato, quando um amigo ou familiar adquire essa condição. Por isso, ações que colaborem para dar visibilidade ao assunto são essenciais para a transformação deste cenário.

Fonte: Cecom/Videira.

 

Conscientização no Campus Blumenau: inclusão a partir da vivência

Eles não tinham nenhuma deficiência, mas era possível vê-los na cadeira de rodas ou com bengalas e olhos vendados, nos corredores do Campus Blumenau, durante a III Mostra de Ensino, Pesquisa, Extensão e Cidadania (Mepec). Isso porque a ação intitulada “O Caminho de Experimentação” permitiu aos visitantes vivenciarem a locomoção a partir da experiência de uma pessoa com deficiência.

A ação é uma parceria que se firmou entre a disciplina de Língua Portuguesa e o Núcleo de Apoio às Pessoas com Necessidades Específicas (Napne), há alguns meses, quando ao abordar os estudos sobre gêneros discursivos com os alunos dos segundos anos do ensino médio, a professora de Língua Portuguesa e Inglesa Alana Gerlach decidiu associar o conteúdo à inclusão de pessoas com deficiência.

Como os gêneros discursivos estudados seriam a Publicidade e a Propaganda, Alana propôs aos alunos a produção de uma campanha de conscientização em prol das pessoas com deficiência. A ação se intensificou e teve continuidade na Mepec.

O aluno Matheus Lucio Jabonski Camini conta que a experiência de se posicionar no lugar do outro trouxe um sentimento de empatia. “O ponto principal da ação foi perceber como é difícil a locomoção para quem tem alguma deficiência. Por isso, já anotamos os principais impedimentos para uma locomoção adequada no campus e repassamos ao Napne”, relatou.

Para o coordenador do Napne no campus, Fernando Bachmann, “trazer o jovem para as realidades do mundo das pessoas com deficiência, é investir em uma sociedade melhor e mais inclusiva”.

*Texto/Fotos: Cecom/Blumenau, Gisele Silveira | Jornalista – JP 4506/SC

Em ação inédita, IFC Videira realiza evento em comemoração ao Dia Nacional do Surdo

Pela primeira vez, a cidade de Videira recebeu evento específico para comemorar o dia nacional do surdo, celebrado em 26 de setembro. A ação foi promovida pelo Instituto Federal Catarinense (IFC) – Campus Videira, e reuniu estudantes, servidores e diversos integrantes da comunidade externa.

O dia nacional do surdo simboliza a luta da população com deficiência auditiva por direitos e melhores condições de vida. O objetivo é dar visibilidade às questões ligadas ao público surdo, especialmente ao fortalecimento e à disseminação da Língua Brasileira de Sinais (Libras).

Para o intérprete e tradutor de Libras do IFC Videira, Ramon Cunha, eventos como este realçam a importância de a comunidade Surda ser atuante em Videira e região, mostrando que existe um idioma, uma Língua própria que expressa sua cultura e identidade. “Penso que esteve evento foi algo simples, mas de grande impacto. A ação abre portas para futuros seminários ou fóruns para discussão da educação de Surdos em Videira e Região. É uma ação que realça a importância da comunidade surda e a insere como protagonista na cidade”, destaca.

Durante o evento, estudantes surdos que frequentam o curso de Libras do IFC fizeram apresentações musicais e um teatro em Libras. As acadêmicas da licenciatura em Pedagogia também participaram com apresentações musicais, todas em Libras.

O público presente também pôde prestigiar uma palestra sobre o Dia Nacional do Surdo, proferida pelo intérprete Ramon Cunha e pela professora de Libras do IFC, Luiza Kaim.

Estiveram presentes o diretor do Departamento de Ensino do IFC Videira, professor Raul Eduardo Fernandes Sales, o Secretário de Educação de Videira, Geancarlos Farinon de Flores Matias e Aline Burato, representante da Gerência Regional de Educação.

Lançamento – Na ocasião, também ocorreu o lançamento da Associação dos Surdos de Videira (ASVI), entidade sem fins lucrativos que vai representar os surdos e atuar na luta por políticas voltadas às pessoas com deficiência auditiva.

Dia Nacional do Surdo
Oficializada por meio da Lei nº 11.796, de 29 de outubro de 2008, a data lembra a criação da primeira Escola de Surdos no Brasil na cidade de Rio de Janeiro, em 26 de setembro de 1857. Na época, o Imperador Dom Pedro II convidou o professor surdo E. Huet, da França para vir ao Brasil lecionar aulas para crianças surdas (Fonte: Ministério dos Direitos Humanos).

Texto e fotos: Jornalista Juliana B. Motta Peretti/ CECOM Videira

Museu e Centro Histórico de São José disponibilizam visitas guiadas

napne2O Projeto Audioguias foi lançado oficialmente em janeiro, no Museu de São José, com intuito de preservar o patrimônio cultural e valorizar a história da cidade. O Projeto vai orientar as visitas por meio de aparelhos que conduzirão visitas guiadas em inglês, espanhol, português e libras, contemplando assim pessoas com deficiência auditiva e visual. Além de orientar visitas no Museu, o projeto também realiza um circuito cultural pelo Centro Histórico de São José.

Aberto ao público em 1988, o Museu conta com um acervo eclético doado pela comunidade, integrando a história do município e valorizando a memória da cidade com todos os bens culturais que se encontram no local.

O projeto Audioguias – Experiência de visita para todos é resultado de uma parceria entre a Caixa Econômica Federal e a Fundação Municipal de Cultura e Turismo, por meio do Programa Cultural da Caixa. Com o projeto, toda população pode conhecer as 4 mil peças que estão expostas no Museu e um pouco mais sobre a riqueza cultural e a tradição açoriana nos arredores do belo Centro Histórico. A iniciativa contribui para o desenvolvimento físico-psíquico, intelectual, ético, social e cultural, inserindo os visitantes em um meio social e em espaços públicos.

Assista abaixo o vídeo e conheça um pouco mais sobre o Projeto Audioguias!

*Fontes da notícia e da imagem:

http://horadesantacatarina.clicrbs.com.br/sc/entretenimento/noticia/2017/01/museu-e-centro-historico-de-sao-jose-terao-visitas-guiadas-com-audio-9419002.html

http://www.saojose.sc.gov.br/index.php/sao-jose/noticias-desc/museu-e-centro-historico-de-saeo-jose-teraeo-visitas-com-audioguias

Napne informa: implantes cocleares

Pacientes com deficiência auditiva severa e profunda não conseguem ouvir nada ou, se ouvem, são apenas ruídos. Nesses casos, os aparelhos auditivos não funcionam, porém há a alternativa do implante coclear, o qual consiste na colocação de uma prótese dentro da cóclea (parte interna do ouvido), por meio de uma cirurgia, e outra presa ao redor da orelha (composta pela antena e o processador de fala). O aparelho capta os sons e os transfere diretamente para o nervo auditivo, possibilitando que o paciente comece a ouvir, gradativamente.

Por ser um dispositivo de alta complexidade, a cirurgia e a reabilitação do paciente são feitas somente em hospitais credenciados pelo Ministério da Saúde. Segundo o Coordenador do Setor de Implante Coclear do Hospital Universitário de Brasília (HUB), André Luiz Sampaio, depois de todas as avaliações, o paciente recebe o aparelho gratuitamente, pelo SUS.

A cirurgia é apenas uma das etapas do processo de reabilitação auditiva. Depois de 30 e 40 dias da realização da cirurgia, o paciente retorna e faz a ativação do aparelho, momento em que este é ligado, e o paciente passa começa a ouvir os primeiros sons. André Luiz Sampaio relata que o processo de reabilitação é realmente longo e que os pacientes voltam com muita frequência ao hospital onde receberam o implante coclear. Em média, após a ativação, o paciente fica em acompanhamento por três anos, isso porque as habilidades auditivas são essenciais para desenvolver a fala, já que os pacientes que nunca ouviram antes precisam aprender o novo tipo de linguagem.

*Fonte: http://pessoascomdeficiencia.com.br/site/2016/11/03/implantes-cocleares-podem-ser-colocados-gratuitamente-pelo-sus/

**Texto: Napne/Reitoria.

Napne informa: cadeira de rodas vertical

cadeira-verticalApesar da existência de exoesqueletos robóticos que permitem a pacientes paraplégicos ficar em pé e recuperar a mobilidade, faltava uma solução para atender aos tetraplégicos. Pensando em atender a essa demanda, o doutor Amit Goffer (criador do exoesqueleto robótico ReWalk), tetraplégico devido a um acidente que sofreu em 1997, projetou a UpNRide, uma cadeira de rodas vertical que, com um sistema de correias e cintas, oferece às pessoas tetraplégicas a possibilidade de ficar em pé, desfrutando dos múltiplos benefícios.

A invenção não apenas revoluciona a indústria de cadeira de rodas, mas também reduz os custos dos cuidados médicos, além de permitir que os pacientes tenham novas perspectivas de vida. O primeiro modelo comercial foi apresentado em Dusseldorf, Alemanha, em uma feira internacional de RehaCare, e sua comercialização inicia em 2017.

Assista o vídeo a seguir e saiba mais.

*Texto: Napne/Reitoria.

**Imagem e vídeo: Divulgação.

Fonte: http://pessoascomdeficiencia.com.br/site/2016/10/26/a-cadeira-de-rodas-vertical-que-pode-mudar-a-vida-de-milhares-de-pessoas/

Dia Internacional da Pessoa com Deficiência

O dia 3 de dezembro é um dia destinado a refletir sobre as condições de vida das pessoas com deficiência. Neste ano (2016), o tema da mobilização foi os 17 objetivos de desenvolvimento sustentável da ONU e como esses objetivos podem criar um mundo mais inclusivo e equitativo para as pessoas com deficiência.

O Brasil já avançou muito em termos de legislação a respeito de inclusão; o desafio agora é implementá-la com ações concretas, garantindo esses direitos conquistados. De uma forma direta, sete dos objetivos do desenvolvimento sustentável, a chamada Agenda 2030 da ONU, estão diretamente relacionados às pessoas com deficiência; e outros seis, de forma mais indireta.

Isso significa que, para alcançar ou conquistar esses objetivos, todos os segmentos populacionais, independentemente de suas condições físicas, intelectuais, psicológicas, visuais, ou outras características, como raça, etnia, cor da pele, religião, gênero, orientação sexual, status socioeconômico ou faixa etária, devem usufruir do progresso conquistado através desses objetivos.

Os objetivos e as metas estimularão a ação para os próximos 15 anos em áreas de importância crucial para a humanidade e para o planeta. Na página da ONU: https://nacoesunidas.org/pos2015/agenda2030/ estão descritos todos estes objetivos, com o tema Transformando Nosso Mundo: A Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável.

Fontes:

http://www.brasil.gov.br/educacao/2016/12/dia-internacional-da-pessoa-com-deficiencia-e-comemorado-neste-sabado-3

http://www.folhamax.com.br/opiniao/dia-internacional-da-pessoa-com-deficiencia/107356

*Texto: Napne/Reitoria.

NAPNE informa: Turismo Acessível

O Ministério do Turismo trabalha o Turismo Acessível no âmbito do Turismo Social, ou seja, de forma transversal a todas as políticas do Ministério. O MTur acredita que o turismo é uma via de inclusão e entende o turismo social como uma forma de turismo acessível a todos os cidadãos em seus tempos livres, sem discriminação de acessos de qualquer natureza.

Diante dessa visão, o Ministério do Turismo tem buscado garantir a acessibilidade a todos, por meio do apoio a projetos que visem à acessibilidade urbana, à adaptação de atividades turísticas e à sensibilização e disseminação de orientações acerca da acessibilidade nos mais diversos setores ligados direta e indiretamente à atividade turística.

No que se refere às ações direcionadas às pessoas com deficiência, iniciativas como o levantamento de informações sobre a acessibilidade da infraestrutura turística dos principais destinos brasileiros e a capacitação profissional de pessoas com deficiência visando sua inclusão no mercado de trabalho já foram realizadas.

Um dos trabalhos do Mtur nessa área é o Guia Turismo Acessível, uma ferramenta online e colaborativa, em que as pessoas podem avaliar e consultar a acessibilidade de pontos turísticos, hotéis, restaurantes, parques e atrações diversas. Acesse o Guia AQUI e explore os locais adaptados, buscando por cidade ou tipo de estabelecimento/atração turística. Nesse Guia, também é possível filtrar a pesquisa por tipos de Recursos de Acessibilidade, nas categorias Auditiva, Física ou Motora, Visual e Mobilidade Reduzida.

Confira: http://www.turismoacessivel.gov.br/ta/napne-turismo

*Texto e imagem: Divulgação/Napne-Reitoria.