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Intérprete de Libras do IFC atua em cerimônia na Arena Condá

ramon-interpretacao1Em meio à dor e ao sofrimento, o servidor Ramon Cunha, tradutor e intérprete da Língua Brasileira de Sinais (Libras) do Instituto Federal Catarinense (IFC) – Campus Videira, foi convidado para atuar no velório coletivo de 50 das 71 vítimas do acidente aéreo com a delegação da equipe de futebol Chapecoense. A cerimônia aconteceu no sábado, 03/12, na Arena Condá, em Chapecó, no Oeste de Santa Catarina, e durou cerca de duas horas.

Ramon realizou, em conjunto com outros profissionais, o trabalho de intérprete de Libras. A atuação consiste na mediação entre os surdos e os ouvintes, como forma de promover a acessibilidade da comunidade surda ao transpor os discursos da língua portuguesa para a Libras.

Saiba a diferença entre intérprete e tradutor de Libras

Intérprete: o intérprete atua com a forma oral e instantânea de tradução, na interpretação simultânea ou consecutiva das línguas envolvidas. Para interpretar, requerem-se habilidades como uma memória excelente e rapidez. Geralmente, atua em congressos, reuniões, aulas, cerimônias, etc.

Tradutor: trabalha com o texto escrito e possui mais tempo para consultar os instrumentos de trabalho, diferentemente do intérprete. No caso das línguas de sinais, vários trabalhos são produzidos em vídeo, de modo que o intérprete tenha acesso ao material previamente, podendo estudar e fazer uma pesquisa do léxico específico ou do tema.

*Texto: Cecom/Reitoria, com informações de http://interpretaremlibras.blogspot.com.br/.

**Foto: Divulgação/Facebook Naiara Dellai.

 

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Esta notícia foi editada na quarta-feira, 7 de dezembro de 2016, às 17:43 pela Coordenação-Geral de Comunicação (Cecom).

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