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Reitoria do IFC recebe seções sindicais para tratar da reposição de horas e atividades

IMG_1376A equipe de gestão do Instituto Federal Catarinense (IFC), por meio da reitora Sônia Fernandes, recebeu, na tarde de quinta-feira (09/02), representantes de quatro seções sindicais que atuam no IFC: Seção Concórdia, Seção Sinasefe Litoral (Reitoria/Araquari/Blumenau/Brusque/Camboriú/São Bento do Sul/São Francisco do Sul), Seção Santa Rosa do Sul/Sombrio e Seção Fraiburgo/Luzerna/Videira. O objetivo do encontro, que aconteceu na Reitoria (Blumenau), foi deliberar sobre uma determinação, enviada pela Presidência da República, para que as horas e as atividades dos servidores em greve e/ou em paralisação em 2016 sejam repostas neste ano.

De acordo com a reitora do IFC, a reunião discorreu de maneira tranquila, sendo possível dialogar e estabelecer um acordo. “Nesse momento os representantes das seções retornam aos seus campi e, em 20 de fevereiro, teremos uma nova reunião para tratar dos encaminhamentos”, diz Sônia.

Segundo Antonio Marcos Maragoni, da Seção Santa Rosa do Sul/Sombrio, as atividades letivas de 2016 foram desenvolvidas, e os dias letivos, cumpridos em todo o IFC. “Não tivemos perda dos dias letivos. Assim, avaliamos que os estudantes não foram prejudicados com a paralisação de servidores”.

Para Sônia, as seções devem apresentar à Reitoria documentos que formalizem a informação de que as atividades institucionais foram desenvolvidas. “Entendemos a paralisação e a greve como movimentos grevistas legítimos e de luta, uma vez que se constitui uma etapa importante para a garantia dos direitos dos trabalhadores em Educação. Entretanto, é preciso voltar aos campi e conversar com os gestores locais para verificar a realidade de cada unidade”, coloca a reitora.

Conforme Frederico Andres Bazana, da Seção Sinasefe Litoral, discussões como essa são comuns, junto aos trabalhadores, após uma paralisação ou greve. “É habitual que, após um movimento paredista dos servidores, estes sejam chamados a conversar para que as atividades não realizadas sejam recuperadas. Dessa forma foi feito em 2015, porém, no final de 2016, houve um novo entendimento por parte do Governo Federal, que, mesmo com o movimento tendo iniciado na metade de 2016, solicitou o corte de ponto para que a negociação fosse feita quando a paralisação encerrasse. Ou seja, entendemos que a mudança pretendia desarticular as reações da categoria e a classe trabalhadora contra as contrarreformas que estão sendo impostas à sociedade”, frisa ele.

Para a reunião do dia 20 de fevereiro, está prevista a assinatura do termo de acordo entre a Gestão do IFC e as seções sindicais que representam os servidores do IFC.

*Texto e fotos: Cecom/Reitoria.

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Esta notícia foi editada na terça-feira, 14 de fevereiro de 2017, às 13:44 pela Coordenação-Geral de Comunicação (Cecom).

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