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Servidores realizam formação em mediação e conciliação de conflitos

Servidores dos campi e da Reitoria do IFC participaram, entre os dias 13 e 23 de junho, de uma capacitação voltada para a Mediação de Conflitos em Ambiente Escolar. Ao todo foram 40 servidores, divididos em duas turmas. A atividade aconteceu na Reitoria, em Blumenau, e foi conduzida por Paulo Moratelli, psicólogo pela Universidade de Uberaba e especialista em Psicodrama e Psicologia Transpessoal. A ação foi proposta pela Proen, por meio da Coordenação-Geral de Políticas e Programas Estudantis, visto que as suas ações estão diretamente vinculadas ao acompanhamento dos estudantes nas questões relacionadas a conflitos, disciplinas e condutas.

Através do curso, os participantes puderam compreender a justiça restaurativa, capacitando facilitadores de círculos restaurativos e de mediação de conflitos, oferecendo subsídios para o desenvolvimento do trabalho junto aos campi em que desempenham suas atribuições. A ação também é um recurso na implementação do Regulamento de Conduta Discente, aprovado neste ano pelo Conselho Superior do IFC.

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A Justiça Restaurativa é conhecida como uma técnica de solução de conflitos que prima pela criatividade e sensibilidade na escuta das vítimas e dos ofensores. A prática tem iniciativas cada vez mais diversificadas e já coleciona resultados positivos. Nesse contexto, surge a mediação de conflitos em ambiente escolar, que é uma forma de solução de conflitos através de técnicas em que o mediador facilita o diálogo entre as partes, para que elas construam a melhor solução para o problema.

As práticas restaurativas trazem procedimentos, práticas proativas e habilidades que podem colaborar para uma melhoria na prevenção e na resolução positiva de conflitos em geral, contribuindo para o desenvolvimento de boas relações no espaço escolar. São ferramentas simples em recursos e profundas nas relações de convivência, pois dão um destaque especial ao desenvolvimento de valores sociomorais importantes às crianças e aos jovens, tais como o respeito, a empatia, a interconexão, a responsabilidade social e a autodisciplina.

*Texto: Divulgação/CGPPE.

**Foto: Cecom/Reitoria, por Nicole Trevisol | Jornalista MTE 02499 JP-SC

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Esta notícia foi editada na terça-feira, 4 de julho de 2017, às 11:03 pela Coordenação-Geral de Comunicação (Cecom).

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