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IFC tem propostas aceitas no Programa Segundo Tempo e Programa Esporte e Lazer na Cidade

SEGUNDO-TEMPO-001O IFC teve suas propostas, referentes ao Programa Segundo Tempo e ao Programa Esporte e Lazer na Cidade, aprovadas pelo Edital de Chamamento Público SNELIS nº 02/2015, de 29 de dezembro de 2015, que teve sua construção coordenada pela Coordenação-Geral de Políticas e Programa Estudantis juntamente aos campi de Araquari, Camboriú, Fraiburgo, São Bento do Sul e Videira. O Instituto obteve a melhor pontuação entre as propostas classificadas no estado de Santa Catarina.

No Programa Segundo Tempo, serão atendidos adolescentes de 12 a 17 anos, prioritariamente em situação de vulnerabilidade social. Estima-se a participação de, aproximadamente, 400 adolescentes, nesse programa, que terá a duração de 24 meses, dos quais 4 serão destinados à fase de estruturação.

A implantação do programa, que envolverá recursos no valor total de R$ 357.237,50, nos campi de Araquari, Camboriú, Fraiburgo, São Bento do Sul e Videira, oportunizará aos adolescentes a vivência de atividades esportivas diferenciadas e ainda pouco conhecidas como Tchoukball, Korfebol, Badminton, Tênis de Areia, além de práticas tradicionais como o Handebol, Basquetebol, Tênis de Mesa e Xadrez.

O Campus Camboriú também obteve a aprovação do projeto Esporte e Lazer da Cidade – PELC.

As modalidades pouco conhecidas contempladas pelo Programa Segundo Tempo

Tchouklball

O Tchouklball é um esporte coletivo, jogado entre duas equipes com sete jogadores em uma quadra, com as dimensões da quadra de Basquete, com uma bola e dois quadros (semelhantes a trampolins, inclinados a 55°), cada um posicionado de um lado da quadra. O objetivo da equipe atacante consiste em fazer com que a bola rebata em um dos quadros de remissão e que ela caia na quadra, sem que a outra equipe a recupere. Na prática, não há um lado para cada equipe; o campo de jogo é compartilhado por todos. Para arremessar no quadro, é permitido até três passes para cada equipe. Durante o ataque, a outra equipe não pode interceptar a bola ou atrapalhar o adversário. Todo ato de pertubação ou obstrução de jogo é proibido. O jogador de Tchoukball – no ataque ou na defesa – pode desenvolver quase todos os movimentos possíveis sem temer ser impedido intencionalmente ou involuntariamente pelo adversário. O Tchoukbal pode ser jogado em diferentes superfícies e com qualquer idade. Ele não requer nenhum equipamento fixo e pode ser jogado com dois quadros assim como com um quadro apenas. (Fonte: Federação Internacional de Tchoulball – http://www.tchoukball.org/).

Korfebol

O Korfebol é a junção do Handebol com o Basquete e foi criado pelo professor de Educação Física Nico Broekhuvesen, em 1902. Considerado um dos raros esportes coletivos mistos, o Korfebol é o quarto mais popular na Holanda, onde surgiu. Atualmente é praticado em mais de 40 países e tem como grandes potências a própria Holanda, além de Bélgica, Portugal, Alemanha, República Tcheca, China e Austrália. No Korfebol, vence a equipe que marcar mais pontos, colocando a bola na cesta, como no Basquete. Cada equipe tem quatro homens e quatro mulheres, divididos em casais. A bola também é de outro esporte: o futebol, modelo número 5. A dinâmica do jogo exige que cada homem só marque outro homem e cada mulher, outra mulher. No Korfebol, não é permitida a marcação de dois contra um, nem a marcação entre sexos opostos. Também não vale contato físico. Para que todos exerçam os diversos papéis necessários ao jogo, a cada duas cestas, defensores viram atacantes e vice-versa. (Fonte: Federação Internacional de Korfebol – http://ikf.org/).

Badminton

O Badminton é um esporte muito parecido com o tênis. Nasceu na Índia, com o nome de Poona. Oficiais ingleses, a serviço neste país, gostaram do jogo e levaram-no para a Europa. O “poona” passou a se chamar Badminton quando, na década de 1870, uma nova versão do esporte foi jogada na propriedade de Badminton, pertencente ao Duque de Beaufort’s, em Gloucestershire, Inglaterra. Em 1995, o Badminton foi incluído nos XII Jogos Pan-Americanos de Mar del Plata, na Argentina, e foi jogado novamente, em 1999, nos XIII Jogos Pan-Americanos em Winnipeg, no Canadá. Depois disso, a modalidade se firmou no evento sendo esporte que conta medalhas até hoje. Inclusive, em 2007, nos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro, o Brasil conquistou sua primeira medalha na competição. O feito histórico para o Badminton brasileiro foi alcançado pelos atletas Guilherme Kumasaka e Guilherme Pardo, que conquistaram medalha de bronze na categoria de dupla masculina. O badminton é praticado um contra um ou em duplas. Utiliza-se uma raquete e uma peteca (chamada de volante ou birdie). A quadra ou campo, onde este jogo é praticado, possui o formato retangular (13,4 metros de comprimento por 6,1 de largura). No meio da quadra, é colocada uma rede de 6,10 metros de comprimento e 75 cm de altura. Esta rede fica presa nas extremidades por dois postes de metal que medem 1,55 metros. O jogo é acompanhado por um árbitro que marca os pontos e aplica as regras necessárias. Cada jogador usa uma raquete para bater na peteca. O objetivo do jogo é fazer com que a peteca toque o campo do adversário, passando por cima da rede. Quando isto acontece, é contabilizado um ponto. Quando o jogador joga a peteca para fora da quadra, o ponto é contabilizado para o adversário. O jogo é dividido em três games de 15 pontos. O jogo é vencido pelo jogador ou dupla que ganhar dois ou três games (sets). Os jogos individuais femininos são realizados em três games de 11 pontos. (Fonte: Federação Internacional de Badminton: http://www.bwfbadminton.org/).

Beach tennis (tênis de areia)

O beach tennis, ou tênis de areia, foi criado a partir do frescobol e desenvolvido na Itália, mais precisamente na província de Ravena (região da Emília-Romanha), na década de 1980. Hoje já existem mais de um milhão de praticantes espalhados pelo mundo. O órgão internacional responsável pela modalidade é a ITF – International Tennis Federation (a mesma que é responsável pelo tênis de campo) – que realiza diversos campeonatos pelo mundo e divulga periodicamente o ranking dos atletas. Além da ITF, existe outra federação que também realiza torneios, a IFBT – International Federation of Beach Tennis. A modalidade chegou ao Brasil em 2008, sendo uma de suas pioneiras a tenista Marcela Evangelista. Hoje, o Brasil é a segunda potência no esporte (ficando atrás apenas da Itália).O beach tennis pode ser disputado nas modalidades simples ou dupla e é jogado com raquetes e bolas padronizadas. As raquetes não possuem corda e são feitas de materiais como kevlar, grafite e carbono, sendo muito parecidas com as raquetes de pádel. A bola é parecida com a de tênis, mas é mais macia (bola soft). O jogo é disputado em uma quadra de areia, com área de 16×5m para simples e 16×8m para dupla. A rede tem 1,70 m de altura. O objetivo de cada jogador é devolver a bola recebida, sem tocar no chão e com apenas um golpe, para o campo adversário. O jogo segue a mesma contagem do tênis convencional, mas sem vantagem. No desenvolver do jogo, cada jogador saca durante um game inteiro. O saque difere um pouco do tênis, já que pode ser executado de qualquer lugar da quadra e, se raspar na fita e passar para o lado adversário, continua-se a disputa do ponto. As categorias e o número de games jogados variam dependendo da organização do torneio. As principais categorias são: simples feminina, simples masculina, dupla feminina, dupla masculina e dupla mista. No Brasil, os torneios geralmente incluem as categorias: Profissional, A, B, Master +45, iniciante e infantil. (Fonte: http://www.itftennis.com/beachtennis/home.aspx; https://pt.wikipedia.org/).

Texto: Cecom/Reitoria.

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Esta notícia foi editada na quarta-feira, 18 de maio de 2016, às 11:10 por Nicole Trevisol.

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