NAPNE INFORMA: O que A� Desenho Universal?

napne2O conceito de a�?Desenho Universala�? surgiu entre profissionais de Arquitetura da Universidade Estadual da Carolina do Norte, nos Estados Unidos. A ideia baseia-se em desenvolver mais autonomia e qualidade de vida a todas as pessoas, nA?o apenas A�quelas que possuem algum tipo de deficiA?ncia. a�?Dessa forma, pode-se conceber o Desenho Universal como uma forma de gerar ambientes, serviA�os, produtos e tecnologias utilizA?veis equitativamente, oferecendo seguranA�a e autonomia ao maior nA?mero de pessoas, sem que haja a necessidade de adaptaA�A?o ou readaptaA�A?oa�? (SONZA, 2013).

O Desenho Universal estA? relacionado ao design, que integra as necessidades das pessoas, envolvendo o maior nA?mero possA�vel de indivA�duos. Deve primar pelo conforto, seguranA�a e flexibilidade, atendendo A�s pessoas de todas as idades, habilidades e tamanhos.

Segundo o Centro de Desenho Universal (The Center for Universal Design), da Universidade Estadual da Carolina do Norte, o desenho universal A� sustentado por sete princA�pios:

1. Uso equiparA?vel: para pessoas com diferentes habilidades e capacidades. Assim, evita-se estigmatizar determinados grupos. Exemplo: Portas com sensores.

2. Uso flexA�vel: prevA? um grande leque de habilidades individuais, oferecendo opA�A�es de diferentes formas de uso. Exemplo: computador com leitor de tela, mouse para uso de destros e canhotos.

3. Simples e intuitivo: utilizaA�A?o de fA?cil compreensA?o, nA?o exigindo experiA?ncia e conhecimento prA�vio do usuA?rio. Abrange um grande leque de nA�veis de escolaridade. Exemplo: Placas informativas nos sanitA?rios (masculino e feminino/pessoas com deficiA?ncia).

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4. InformaA�A?o perceptA�vel: comunica efetivamente as informaA�A�es necessA?rias, utilizando ferramentas usadas por pessoas com algum tipo de limitaA�A?o sensorial. Exemplo: placas com legenda em LIBRAS e Braille.

5. TolerA?ncia ao erro: busca eliminar, isolar e proteger a pessoa de elementos que ofereA�am algum risco, minimizando o risco de aA�A�es involuntA?rias ou acidentais. Exemplo: locais onde hA? avisos de perigo.

6. Pouca exigA?ncia de esforA�o fA�sico: produtos que possam ser usados de forma eficiente e confortA?vel e com o mA�nimo de esforA�o. Exemplo: maA�anetas de portas que nA?o exijam um esforA�o grande para girar.

7. Tamanho e espaA�o para acesso e uso: tamanho e espaA�o apropriados para acesso, alcance, manipulaA�A?o e uso, independentemente da estrutura corporal, postura ou mobilidade do usuA?rio. Exemplo: sanitA?rios pA?blicos com espaA�o suficiente para ser usado por uma pessoa obesa, alta, com deficiA?ncia, entre outras necessidades.

Se todos os produtos e serviA�os forem desenvolvidos considerando o conceito de desenho universal, um nA?mero cada vez maior de pessoas terA? a possibilidade de utilizA?-lo e/ou desfrutar de seus benefA�cios.

ReferA?ncia

SONZA, AndrA�a Poletto (org). Acessibilidade e Tecnologia Assistiva: pensando a inclusA?o sociodigital de PNEs. Instituto Federal do Rio Grande do Sul, 2013, p. 37-43.

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* Texto: NAPNE/Reitoria.

** Imagens: DivulgaA�A?o.

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